Poemas de Ana P de Madureira

 
Poemas de Ana P de Madureira
 
 
In, Nos Dedos as Palavras
 
não fales
do sentir das mãos
na comoção dos dedos
 
porque as árvores
são sem galhos
sem ninhos
sem pássaros que cantem
um amor sem cansaço
 
e dou-te o abraço
mais abstracto
profundo
 
sentires amplos esses
que se arrepiam
 
e liberto a que sou
num sendo de sussurro
que dá passos de alma
e se diz com o corpo
na linha estirada
que em cada ponto
se curva
 
movimentação
desconhecida a que ousa
como ícone no vácuo
precipícios com asas
 
 
***
 
No se definen grises
Sentimientos apresurados
En el inclinación
 
Así el tono de la campana
Dobla el dolor
 
Y suelto los colmillos “carne de gallina”
De quien muerde las lágrimas
En el nublar del alto contraste
Entre yo y yo mismo
 
Bipolaridades
Despiertas en lo oscuro
Por donde los colores colapsan
Y en amalgama la luz muere
 

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