Kinga Fabó (Hungary)

Kinga Fabó Kinga Fabó is a Hungarian poet. Her poetry has been widely published in international magazines including Modern Poetry in Translation, The Poetry Review, Numéro Cinq, Ink Sweat & Tears, Pratik, Levure Littéraire, lyrikline.org and elsewhere as well as in anthologies … Continue reading

Poezi nga Rami Kamberi

Poezi nga Rami Kamberi   PËR JU, QË PINI LIRI PËR PERANDORI…. Pse, të krenoheni Ndër beteja t’pafundme, smira dhe inate Le të dashurohemi T’mos na mbetën shikimet, n’maja shpate Plagët ndër mileniume, t’i qepim me dashni Fushëbetejave t’gjakta, të … Continue reading

VAJZA E DASHURUAR – Poezi nga ABEDIN PASHA DINO – *Nderi i Kombit (1843- 1908) / Përktheu nga orgjinali: Iliaz Bobaj

ABEDIN PASHA DINO(Nderi i Kombit) (1843- 1908) https://sq.wikipedia.org/wiki/Abedin_pash%C3%AB_Dino Abedin Pasha Dinos, ka qenë ministër i jashtëm i Perandorisë Otomane dhe një javë Vali i Madh (Kryeministër). Personalitet i shquar i kësaj perandorie, i vlerësuar shumë në Europë. Përveç shqipes, njihte … Continue reading

THE WINTER SUN / Poem by Lily Swarn

Poem by Lily Swarn
 
 
THE WINTER SUN
 
The sun had mercurial moods
In the winters
He slyly scampered off
Like a truant schoolboy
To hide in his heavenly pagodas
 
The sun loved the game
The clouds played with him
Covering his rakish hat
With a tassel of fluff
 
He patiently waited for his glamorous friend
Who tip toed in after dusk
On a silvery chariot
Not too different from Cinderella’s
 
The sun was benevolent
He gave away his own light
To the moon
But wisely kept the warmth
For himself
One never knows when
One might need it!!
 
Copyright lily Swarn 2.11.2015

“Garden of Azure Poetry”- The complete poetical works of Munir Mezyed published in Egypt in two volumes which contain 40 poetry books, more than 1500 poems / The Egyptian Historian and Critic Ahmed Azzit Salim

“Garden of Azure Poetry”- The complete poetical works of Munir Mezyed published in Egypt in two volumes which contain 40 poetry books, more than 1500 poems. عن دار ببلومانيا للنشر والتوزيع في جمهورية مصر العربية صدرت ٱلْأَعْمَالُ ٱلشِّعْريّةُ ” حَديقَةُ … Continue reading

Poemas de Valda Fogaça

Poemas de Valda Fogaça
 
 
A ARTE O FIO QUE LIGA OS CINCO CONTIDENTES
 
A POESIA é o fio de ouro que liga de um poeta
Ao outro e de um continente ao outro e esta ligação
Tem atravessado o tempo numa perspectiva de
Eternidade se não por algo parecido. O que me agrada
 
É esta certeza de que estamos entrelaçados por esse fio
Que é do metal mais nobre e não por um insignificante
Fio de náilon. Olho para os cinco continentes e vejo
Esperança no olhar de uns e de outros derramar-se em pranto.
 
E a paz na casa de uns tantos? Ah! É como meus versos
Despidos de métricas e rimas. E se não fosse a arte
O fio de ouro que liga de um continente ao outro?
O que disseram os Profetas e, ou os Reis de outras datas
 
Que estendeu seu olhar aos cinco continentes?
Aos seus ouvidos chegavam clamores de uns tantos
E júbilos de uns poucos. Ainda bem que a Poesia liga
Um poeta ao outro e um continente ao outro!
 
Levantes, oh pequeno caído e digas quem és tu!
Afaga-lhe o peito a ufania do nada, e quem a ti traz a
Salvação? És tu que estás chorando continentes infelizes,
Mas, o poeta também chora ao olhar a tua desgraça.
 
Vi meus avós, meus pais falarem sobre:
Tempos bons virão! A paz reina nos sonhos de todos.
Acabou que não vi o tempo passar; nem os cinco
Continentes viram. Entretanto, as luas são incontáveis.
 
Aqui estou viva. E minha alegria não se descreve
Com a alegria das borboletas da minha idade.
É essa ligação entre os poetas dos cinco continentes
Que tem atravessado o tempo numa perspectiva de
 
Eternidade. É consoladora, apesar dos conflitos,
Esta certeza de que estamos entrelaçados…
É porque nos versos do poeta leia-se a liberdade,
A do bater de asas da borboleta recém saída do casulo.
 
 
 
A DIVINA TRAGEDIA
 
Quando leio a historia da humanidade tenho a estranha sensação
De que somos “urubus sobrevoando a carniça da vida humana,
Para comer e depois voltar para seu covil. “Mas nem tudo é carne podre”.
 
As artes em seu sentido amplo, a ciência, a filosofia são cheiros de vida
E comédia, e ambições amargas frustradas. As religiões são parábolas
Que aliena os cinco continentes; é a hipnose, o embuste causador
 
De cegueira coletiva. Em um Estado Livre é um retrato de todos os
Viajantes, a bordo do navio, longe de suas terras natais, a caminho
Do futuro incerto, no caso o paraíso. E quem se atreve escrever
 
Sobre esse futuro? Nem eles os propagadores de falsas verdades.
Moisés escreveu “as leis de Deus”, a história de seu povo em tabuletas e papiros os que
Vieram depois dele escreveram em papiros e pergaminhos, a “A santa inquisição”,
 
As jihads fora escritas em papeis. Porem, eu escrevo nas nuvens desmistificando
Mitos e fábulas. Enquanto o sonho desses escribas azeda, especialmente,
Para os modernos os meus se tornem cristais as gerações vindouras?
 
Minha caneta é um bisturi cortando maça encefálica, neblina e ofuscação.
Tenho esperança de que passarei algum tempo com essa caneta e as
Minhas histórias hei de compartilhá-las com os filhos dos meus netos.